Presidente da FACMAT revela otimismo em relação aos rumos do país pós impeachment

Com o fim do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira, 31, onde os senadores decidiram pelo seu afastamento definitivo da Presidência da República, formou-se um cenário de otimismo entre os líderes do segmento empresarial de todo o país. O presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso – FACMAT, Jonas Alves acredita que este é o momento para que se criem condições para uma real retomada de crescimento do país. 

Jonas disse que as lideranças das associações comerciais e empresariais do estado têm uma grande expectativa com o retorno do crescimento da economia, o que resultará na melhoria de condições das empresas, e consequentemente, na geração de empregos. O presidente da FACMAT comentou também que acredita que Mato Grosso será um dos protagonistas da evolução do Brasil. “Nosso estado é a maior potência na produção agrícola e pecuária do país e este setor ajudará a alavancar ainda mais o progresso não apenas de Mato Grosso, mas de todo o Brasil.

Parte desta confiança dos empresários é decorrente do pronunciamento do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que afirmou que a recuperação da economia evitará que o governo tenha de aumentar tributos para reforçar o caixa. De acordo com ele, o crescimento de 1,6% no Produto Interno Bruto (PIB), previsto para o próximo ano, permitirá que a equipe econômica obtenha os recursos por meio de outras medidas. “Serão R$ 26 bilhões da recuperação das receitas administradas, dos quais R$ 11,8 bilhões decorrerão da venda de estatais e de ativos federais; R$ 18,4 bilhões virão do aumento das estimativas de arrecadação em concessões e permissões, como os leilões de projetos de infraestrutura; R$ 5,3 bilhões virão da redução de despesas discricionárias (não obrigatórias) e R$ 5,7 bilhões virão de outras rubricas”, revelou.

O ministro disse ainda que a arrecadação dos R$ 55,4 bilhões permitirá ao Governo Central encerrar 2017 com déficit primário de R$ 139,99 bilhões nas contas públicas, rombo inferior à meta de déficit de R$ 170,5 bilhões estimada para este ano. “O Orçamento é realista, conservador. Ele leva em conta as melhoras que estão ocorrendo na economia brasileira. Dentro desse quadro o que temos de concessões e permissões, é compatível com o que está ocorrendo neste ano”, declarou.

Fonte: Assessoria da ACC / FACMAT e Agência Brasil

Foto: Arquivo ACC / FACMAT